maio 13, 2008

<a href=”http://technorati.com/claim/8ddydnptt7” rel=”me”>Technorati Profile</a>


Programa de Orientação para Museus Acessíveis

maio 12, 2008
o papel higiênico literário.

O Centro de Memória Dorina Nowill foi criado em 2002, na FDNC – Fundação Dorina Nowiill para Cegos, com o objetivo de preservar a história da inclusão da pessoa com deficiência visual no Brasil.

O Centro de Memória também é acessível às pessoas com deficiência física. E desde 2003, vem ampliando sua atuação em prol da inclusão, com a criação do Programa de Orientação para Museus Acessíveis. O programa faz visitas de sensibilização e ministra workshops de formação sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

“Durante as visita, estamos na companhia de pessoas videntes que nos descrevem com detalhes o local, além do que, utilizamos as escadas; rampas (quando existem); sentimos sinais pódo-táteis (quando os mesmos estão lá); verificamos se existem publicações acessíveis (folhetos em braille, catálogos digitais etc) e recursos sensoriais (maquetes, réplicas, etc), além de áreas de descanso, e principalmente, se os monitores foram treinados”, explica Antonio Carlos, um dos voluntários do programa.

Coordenados pela especialista em acessibilidade em museus, Viviane Panelli Sarraf, os voluntários do programa (em sua maioria pessoas com deficiência visual) já estiveram no Museu de Zoologia da USP; Museu de Geociências da USP, Museu Lasar Segall; Espaço Cultural do Banco Real; Museu do Instituto Biológico; Museu Biológico; Museu de Microbiologia do Instituto Butantã; Museu da Bíblia; MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu do Instituto Adolfo Lutz; Museu de Arte Brasileira da FAAP; e exposições na OCA; (Parque do Ibirapuera), todos no município de São Paulo.

“Os museus que efetivamente implantam programas acessíveis começam a receber mais visitas”, comenta Viviane. Desde abril de 2005, a exposição “Fundação e Suas Muitas Histórias” do Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 1.200 pessoas com deficiência acompanhadas de educadores. Segundo a especialista, esse número é maior ainda, somado aos visitantes espontâneos.

Para Viviane, “a acessibilidade torna o museu mais atrativo para um maior número de visitantes potenciais. As rampas para pessoas em cadeiras de rodas também são úteis para carrinhos de bebê; e sinalizações e identificações de peças em letras grandes também facilitam a leitura de crianças e de pessoas da terceira idade, por exemplo. No entanto, o grande desafio hoje é tornar a informação acessível e eliminar as barreiras mais difíceis, as atitudinais (o pré-conceito de cada indivíduo)”.

Para tornar ou criar ambientes convidativos a todas as pessoas, é preciso unir forças e trabalhar em conjunto. Parcerias eficazes e de baixo custo com ONGs, instituições, órgãos públicos, escolas e universidades, centros culturais, empresas privadas, e profissionais é o melhor caminho para levar cultura a todos. Os museus são um dos melhores exemplos de como é possível que a arte esteja ao alcance de todos.

ACESSIBILIDADE É NA MIL ASSENTOS: 11- 3032 0074

http://acessibilidade-milassentos.blogspot.com/

Av. Pedroso de Moraes, 351 – Pinheiros – São Paulo


Lazer e acessibilidade

maio 12, 2008
o papel higiênico literário.
Segundo o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional existem aproximadamente 2.208 museus no Brasil. São 366 só no Estado de São Paulo. Você costuma visitá-los? Com que freqüência? Por quê? Quais são suas expectativas em relação a eles?Caso você tenha alguma deficiência visual (dependendo do grau) pode precisar de ajuda para consultar os sites dos veículos de comunicação – que ainda não são acessíveis – e saber as principais atividades dos museus.

Você consegue chegar até os museus e permanecer neles com tranqüilidade? Se você utiliza cadeira de rodas para se locomover, poderá encontrar dificuldades de transporte e barreiras arquitetônicas, externas e internas. Se você quebrou o pé e precisa, temporariamente, de um par de muletas para conseguir andar, encontrará dificuldades para subir degraus e/ou escadas.

Ao visitar um museu, você compreende o que os educadores explicam durante as visitas guiadas? Se você tem alguma deficiência auditiva ou intelectual, poderá encontrar dificuldades para se comunicar, pois os museus estão começando a treinar os monitores para falar a Língua Brasileira de Sinais, e como se relacionar com diferentes formas de pensar.

Você interage durante as atividades propostas pelos educadores? Se você tem surdocegueira encontrará dificuldades, pois os museus estão começando a produzir recursos sensoriais, como maquetes e/ou réplicas de ‘obras’, por exemplo.

Você encontra sanitários com portas mais largas dentro dos museus? Caso você se locomova com ajuda de um andador, devido à idade; ou vá ao museu acompanhado do seu filho (carregando-o em um carinho), encontrará dificuldades, pois os museus começaram a se tornar acessíveis há pouco tempo.

Viviane Panelli Sarraf, especialista em acessibilidade em museus,explica que até meados do século XX, os europeus ainda estavam muito voltados às suas origens, às elites. O público dos museus, ou seja, as pessoas, só começaram a receber atenção da museologia, após o término da segunda guerra mundial. Museu do Louvre, Museu D’Orsay, Museu do Prado e Tate Gallery, são exemplos de instituições acessíveis.

Já os brasileiros começaram a respeitar a diversidade humana no final do século XX e início do século XXI. Os principais museus que se tornaram acessíveis foram o MAC – Museu de Arte Contemporânea da USP (Universidade de São Paulo); o Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro; a Pinacoteca do Estado de São Paulo, e o Centro de Memória Dorina Nowill, em São Paulo.

ACESSIBILIDADE É NA MIL ASSENTOS 11- 3032 0074

http://banheiro-para-deficiente.blogspot.com/


Cadeira de rodas multifuncional

maio 6, 2008

Foi a necessidade de se locomover sem precisar contar com a ajuda de terceiros que impulsionou o projetista Fábio Azevedo a criar a cadeira de rodas multifuncional. Adequada para transporte e também para o uso em vaso sanitário, a cadeira pode ser usada, ainda, em box, para o banho.

Foi a necessidade de se locomover sem precisar contar com a ajuda de terceiros que impulsionou o projetista Fábio Azevedo a criar a cadeira de rodas multifuncional. Adequada para transporte e também para o uso em vaso sanitário, a cadeira pode ser usada, ainda, em box, para o banho. Depois de enfrentar dificuldades com outros modelos de cadeira de rodas, Fábio Azevedo, que tem as pernas amputadas, optou por desenhar uma cadeira que auxiliasse deficientes como ele a desempenhar as tarefas cotidianas.

Concorrendo com dezenas de invenções, a cadeira de rodas multifuncional conquistou o segundo lugar na categoria “inovação social” do X Salão do Inventor Brasileiro, em Vitória – ES. Seu grande diferencial é o uso comum para as três funções, o que a torna muito mais econômica do que os modelos convencionais, além da importante característica de proporcionar o seu uso sem o auxilio de terceiros.

Esta combinação de fatores é o que confere à cadeira sua utilidade social, visto que, além de proporcionar ao deficiente a independência quando da execução de tarefas cotidianas, oferecendo-lhe maior desenvoltura nas tarefas produtivas, libera também pessoas que são necessárias para o auxílio quando não contam com o equipamento. Debaixo do assento composto de almofada em lona, que é removível, fica o assento sanitário. Já para o banho, o assento com lona e o encosto são retirados. Para a transição de um uso para outro, é necessário apenas que o deficiente desloque-se para uma cama com altura aproximada de 550 milímetros. Outra característica da cadeira é a versatilidade de manobras em locais de espaço reduzido.

A liberdade de ir e vir é o foco principal deste inovador projeto de Fábio Azevedo, que agora quer que a inovação chegue a outras pessoas portadoras de necessidades especiais. A expectativa do projetista é de que alguma empresa se interesse em produzir a cadeira multifuncional em série para redução do seu custo, contribuindo, assim, para o bem-estar dos deficientes físicos.

PRODUTOS PARA ACESSIBILIDADE É NA MIL ASSENTOS 11-3032 0074

www.milassentos.com.br


Site da Visa Vale é acessível a deficientes visuais

maio 6, 2008

Os deficientes visuais já podem navegar pelas páginas do site da CBSS (operadora dos cartões Alimentação e Refeição Visa Vale) independentes de alguém para auxiliá-los. A empresa, que desenvolve soluções e serviços para o mercado de cartões benef�cios, adaptou o site para que suas cerca de 180 páginas possam também ser compreendidas pelos usuários portadores de deficiência visual, que conseguem agora ouvir o que está escrito nas telas.

Os deficientes visuais já podem navegar pelas páginas do site da CBSS (operadora dos cartões Alimentação e Refeição Visa Vale) independentes de alguém para auxiliá-los. A empresa, que desenvolve soluções e serviços para o mercado de cartões benefícios, adaptou o site para que suas cerca de 180 páginas possam também ser compreendidas pelos usuários portadores de deficiência visual, que conseguem agora ouvir o que está escrito nas telas.

Com este anúncio, a empresa, que inovou o mercado de cartões alimentação e refeição ao implementar o cartão eletrônico, reforça sua característica pioneira, ao ser também a primeira no setor a ter o site adaptado para o deficiente visual.

Ao entrar no site, o usuário que antes precisava de ajuda para entender por onde estava navegando, agora é guiado por um software, o Virtual Vision, que o orienta por meio de um sintetizador de voz a partir do momento em que acessa o domínio www.visavale.com.br. Para isto, é necessário ter instalado em sua máquina o leitor de tela – sistema operacional do computador, que captura todos os textos e imagens e traduz em resposta falada.

Assim, a pessoa saberá quais as opções e funções daquela página. Ao entrar na página principal, por exemplo, ela será automaticamente direcionado para o box denominado “conteúdo central”, que irá preencher com os dados da empresa e de seu cartão Visa Vale para checar o saldo. Em cada uma dessas opções, o sintetizador avisa qual informação a ser inserida: dia, mês, ano, CPF, número do cartão e a função “OK”.

Para quem tem a deficiência visual, agora consulta o site e realiza operações com autonomia e a adaptação traz muitas vantagens e facilidades, como pode comprovar Patricia de Moraes Santos, assistente administrativa corporativa da Associação Congregação Santa Catarina. Deficiente visual, foi Patricia quem fez a primeira solicitação pela Central de Atendimento da CBSS para que o site dos produtos Visa Vale fosse adequado à utilização por portadores da deficiência. “A impressão que tive é que a empresa realmente ouve o cliente e está atenta a sugestões, críticas e comentários. Sempre costumo entrar em contato com as empresas quando tenho algum empecilho para realizar meu trabalho. O fato de conseguir realizar um pedido sozinha é uma conquista”, afirma Patricia.

Graças à demanda da assistente administrativa, que trabalha na ACSC há um ano e quatro meses, e à iniciativa da CBSS, o deficiente visual não corre mais o risco de não conseguir concluir uma operação que pode ter às vezes quatro ou cinco páginas no site – o software indica, inclusive, onde estão funções como “OK” e “cancelar”. Além disso, a ferramenta trouxe a possibilidade de o usuário ir mais além e descobrir páginas que antes não conhecia. E tudo isto acontece pela substituição do mouse pela tecla “tab” – a tecla que aciona o sintetizador.

A mudança será útil a milhares de pessoas. Embora não se tenha dados sobre o número de pessoas com deficiência visual que naveguem pela internet e utilizem algum site de serviços, sabe-se que no Brasil existem hoje 12 milhões, segundo Censo de 2000 do IBGE. No caso da CBSS, levando-se em conta os 5 milhões de cartões que a empresa já emitiu desde o início das atividades, pode-se imaginar que a adaptação dará oportunidade a várias pessoas com a deficiência navegarem.

O software Virtual Vision é um leitor de tela desenvolvido pela Micropower, consultoria que presta suporte à adaptação do site, e foi escolhido para esta adaptação – sendo que é utilizado, inclusive, para o site de um dos sócios distribuidores da Visa Vale, o Banco ABN Real. O site da Visa Vale, no entanto, está adaptado para funcionar também com outros leitores de tela.

“Esta implementação não seria possível sem um trabalho de equipe”, ressalta o diretor executivo de Operações e Tecnologia, Sergio Souza. Isto inclui desde a equipe da Central de Atendimento, que primeiro registrou e deu andamento ao pedido de Patrícia, em dezembro de 2006, seguida pela consultoria Micropower e pela Kaizen (desenvolvedora do site).

Quer saber mais informações sobre acessibilidade ? Clica ai no link


Curta-metragem tem discurso interessante

maio 6, 2008

O vdeo abaixo foi produzido pela Disability Rights Commission (Comissão pelos direitos das pessoas com deficiência) do Reino Unido.

O vídeo abaixo foi produzido pela Disability Rights Commission (Comissão pelos direitos das pessoas com deficiência) do Reino Unido. Esbarrei com ele nas minhas “andanças” pela internet . Coincidências da vida, o assunto do vídeo é justamente o da pauta de hoje. Só não o publiquei antes, pois achei que uma versão legendada dele seria mais democrática.

Bom, agora que a versão com legendas está aí, me sinto mais à vontade para compartilhá-lo com vocês e, quem sabe, levantar mais uma discussão interessante. Divirtam-se! Ah, e comentem também!!!


Quer aprender a dirigir? É de graça!

maio 6, 2008

No final do ano passado o DETRAN lançou o programa “Cidadania Sobre Rodas”, com o objetivo de facilitar a primeira habilitação de pessoas com deficiência fsic

No final do ano passado o DETRAN lançou o programa “Cidadania Sobre Rodas”, com o objetivo de facilitar a primeira habilitação de pessoas com deficiência física (cadeirantes, amputados, pessoas com nanismo etc) e poucos recursos financeiros. Dois veículos adaptados – um automático e outro mecânico – estão à disposição e segundo Maria Elisabeth Couto Natal, responsável pelo programa, atendem a 90% das pessoas com deficiência física.

O programa oferece ainda isenção de pagamento do Duda de primeira habilitação e das avaliações médica e psicológica, realizadas nos postos do DETRAN. O interessado também recebe aulas teóricas de legislação de trânsito, oferecidas pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs, antigas auto-escolas) parceiros do programa, e aulas práticas para obtenção da carteira na categoria “B”. Tudo isso de graça.

Se você tiver dúvidas e quiser maiores informações, basta ligar para os telefones (021) 3399-1814 ou (021) 3399-7244


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.